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segunda-feira, 22 de julho de 2013

~Capítulo 1~

Uma explosão. Foi tudo o que se ouviu quando aquelas dezenas de raios luminosos dispararam furiosamente pelo ar, atravessando as paredes do edifício. E depois seguiu-se um breve silêncio.
- Oh não... – foi tudo o que a cientista conseguiu dizer naquele momento.
- Pela tua cara, isto definitivamente não é coisa boa. – o rapaz a pouca distância da mesma protestou.  Se ainda lhe restava um pouco de sono depois daquela manhã ruidosa, todo ele já teria desaparecido por agora.
- Sabes Ren, tenho a impressão de que uma longa e complicada aventura nos espera... – ao ouvir isto, Ren levou a mão à cara e suspirou – Se esta máquina funciona, então é quase certo que não faltam por aí humanos recém-chegados confusos prontos para gerar mais confusão  ainda. – a cientista terminou, ainda com uma expressão um tanto atrapalhada.
- Diz-me, por favor, que não vamos ter que ir à procura de todos esses “recém-chegados”... – a expressão de Ren era já de visível desespero.
- Duh.
- RAIOS MULHER, mas tu não sabes usar um bocado a cabeça antes de te lançares na construção dessas máquinas de problemas? – Ren gritou, notoriamente desesperado – Algo de muito mau pode estar a acontecer lá fora e a culpa é toda tua!!
- Calma Ren, tudo se resolve! – a cientista tentou parecer o mais convincente que pôde.
- Como é que queres que eu tenha calma, sua Barbie ambulante? Ai meu deus... – Ren teve que parar para se sentar – O que é que eu tinha na cabeça quando aceitei trabalhar contigo?...
- Podes sempre ir embora. Se tiveres problemas, a culpa não é minha. – a mulher olhou-o, desafiadora, fazendo surgir em Ren uma expressão de derrota.
- … Diz-me apenas o que raio tens em mente para resolver isso.
A cientista sentou-se ao lado dele e começou a explicar-lhe uma série de detalhes. Ren acenou com a cabeça enquanto pegava uma folha de papel e tirava algumas notas. Logo este entrou por uma porta que levava a uma divisão anexa ao laboratório e começou a trabalhar em algo. A cientista reuniu algumas ferramentas e informações e de imediato se juntou a ele.
Foi então possível ouvir alguns ruídos de construção e um intenso teclar, perdidos entre o som claramente audível de uma intensa e prolongada discussão. Passaram-se algumas horas, até que por fim ambos saíram daquela divisão.
-Bem, resta-nos esperar que isto dê certo... – Ren falou num suspiro, pousando sobre a mesa um computador portátil e um outro dispositivo mais pequeno, e logo começando a manusear os mesmos. – Assim que acabar de programar isto, deveremos ser capazes de obter a localização exata das criaturas que foram atingidas pelos raios da máquina. Se eu tiver conseguido o que queria, deverá também especificar-nos que classe de animal era antes.
Ren continuou o que começara enquanto a cientista simplesmente observava, impaciente. Assim que o concluiu, clicou em algumas teclas do pequeno dispositivo, até este começar a lançar uns prolongados beeps.
- Aqui o temos, está a funcionar! – Ren exclamou, visivelmente satisfeito. No ecrã do dispositivo era visível um mapa da zona onde estes se encontravam. Ao reduzir a ampliação, eram apresentados sinais numa série de locais em redor. Bastava selecionar um desses sinais para que o dispositivo apresentasse uma lista de detalhes e o caminho a seguir até ele. Era um pouco como um GPS.
- Vês, eu disse que era possível.
- Foi possível graças a mim, frasco de purpurinas!
- Ui, olha só quem fala. Enfim, o que temos por aqui? – a cientista interrogou, curiosa, enquanto Ren lançava um suspiro e olhava as indicações fornecidas pelo aparelho.
- Há dois… não, três sinais cá na zona. Um deles anda muito movimentado. – Ren franziu a sobrancelha enquanto observava a pequena marca vermelha a deslocar-se sem parar pelo mapa. – De qualquer forma, estão os três muito próximos. Os outros dois estão exatamente no mesmo local, suponho que podemos ir lá primeiro e logo iniciar a perseguição ao outro.
- Muito bem então, estamos à espera do quê? Para a carrinha, Ren, despacha-te! – a mulher ordenou, empolgada, e abandonou rapidamente o laboratório.
- Nós temos uma carrinha? – Ren seguiu-a.
Em alguns minutos, ambos estavam já a caminho do local no mencionado veículo.
- Vê se conduzes com calma sua louca, ainda nos matas aos dois! – o rapaz berrou para a cientista, após umas quantas manobras impensáveis postas em prática pela mesma.
- Acalma-te lá, mensageiro do arco-íris, eu nunca matei ninguém!
- Isso é o que resta saber! E o que é que estás a tentar insinuar?
- A realidade!
A discussão continuou ao longo do caminho, até que chegaram ao local apontado pelo dispositivo de Ren.
- Tudo indica que estão naquele beco. Vamos aproximar-nos calmamente e... hey! – o jovem levou a mão à cabeça ao ver a cientista sair apressada do carro sem ao menos ouvir a sua sugestão. Saiu cuidadosamente e foi atrás dela.
- Larga o meu cabelo! – uma voz feminina com pronúncia estranha fez-se ouvir.
- Pára de me morder! – outra voz se escutou, mais aguda que a anterior.
A cientista e o seu ajudante aproximaram-se cuidadosamente do local, parando perplexos perante o que ali viam: duas raparigas de aspeto nada vulgar numa luta desenfreada em que, entre manchas de sujidade e cabelos emaranhados, era complicado perceber que braços e pernas pertenciam a quem. Uma delas tinha o cabelo de cor creme e grandes olhos verdes com pestanas ligeiramente irregulares, mas a sua caraterística mais bizarra eram sem dúvida as orelhas felinas de pelo castanho que brotavam da sua cabeça e a cauda longa da mesma cor. A outra possuía uma longa cabeleira de um tom branco-rosado, vasta e farfalhuda como parecia impossível alguém ter, e doces olhos cor de mel que, inevitavelmente, perdiam parte da doçura devido à expressão agressiva na sua face. Nenhuma pareceu ter-se dado conta da presença de outros indivíduos, tal era o empenho de ambas em dar tudo por tudo naquele estranho combate.
- Ainda mal começámos, e diria que já temos um grande problema... – a cientista falou entre suspiros.
- Claro que temos! – a expressão de Ren era de pavor enquanto se procurava ocultar por detrás da mulher – Elas estão nuas!!
- Hmmm… é, tens razão. – esta  respondeu, não muito surpreendida – Mas por acaso costumas ver animais a andar por aí vestidos?
- A questão não é essa! – Ren continuava escondido e apavorado – Elas falam! A tua máquina fê-las falar!! Porque é que não as vestiu também? Era escusado eu assistir a algo tão horrível!
A cientista suspirou extensamente.
- Ren, acalma-te, eu sei que tens medo de pessoas despidas, mas acalma-te. Seria um pouco impossível a máquina vesti-las automaticamente. Além disso, estava planeado desde o início que tu serias o responsável por isso. – a expressão de seriedade da cientista converteu-se num sorriso malicioso com esta última expressão.
- Ahah, claro, não deves querer mais nada! – Ren exclamou sarcasticamente, largando por momentos o nervosismo e procurando olhar para tudo menos para o que estava à sua frente.
Na verdade, levou um tempo até repararem que as duas estranhas raparigas tinham suspendido a sua intensa batalha para os olharem admiradamente, sem certezas de como reagir. A cientista aproximou-se de ambas cautelosamente, pronta para recuar ao primeiro movimento brusco que estas fizessem.
- Nem é preciso análises para eu perceber que são um cão e um gato. – falou, após ter olhado atentamente as duas de alto a baixo – Mas diria que alguém sofreu um acidente de percurso... – concluiu enquanto olhava de forma preocupada para as orelhas animalescas da primeira rapariga.
Já a de cabelo farfalhudo parou para ponderar por alguns instantes e logo questionou a cientista, novamente com uma pronúncia um tanto invulgar:
- Quem és? – olhava-a com um ar ligeiramente agressivo.
- Oh, oh! – a mulher exclamou com um certo constrangimento – Que indelicadeza a minha não me apresentar. Sou a responsável pelo estado em que se encontram neste momento. O meu nome é irrelevante, então chamem-me como quiserem! – a última afirmação causou em Ren um suspiro de desistência – Oh, e aquele ali é o meu assistente Ren! – falou, apontando para o mesmo – Não tenham medo, ele pode parecer um pónei drogado, mas é inofensivo!
- Vais parar de dizer parvoíces sobre mim, sua boneca de palha com lantejoulas?! – Ren exclamou em resposta.
- Não, fada macho das colinas!
- Vá, pelo menos já sou macho, estamos a melhorar!
- Não é por seres macho que deixas de ser uma fada!
Ren simplesmente suspirou após a última citação. Com algum esforço, lá conseguiu olhar nos olhos as faces desconsertadas das duas pobres raparigas. A cientista voltou a falar:
- Então e vocês? Têm um nome, certo? Precisamos de algo que lhes possamos chamar. – a mulher sorriu, tentando  que as duas se sentissem confortáveis.
- Mimi! – a jovem com orelhas de gato falou – A minha dona chamava-me Mimi!
- O meu nome é Louise. – a outra falou, fitando a parede – Mas há também quem me chame Lulu…
- Aww! – a cientista não se pôde conter – Mimi e Lulu, mas que par encantador! – a sua expressão era como a de uma mãe orgulhosa.
- Não é altura de te babares em cima das tuas vítimas, boneca assassina! – Ren gritou para ela – O terceiro sinal está a aproximar-se, a localização ainda é confusa mas estamos perto de o apanhar. Segundo o dispositivo, tudo indica que é uma ave. Arranja algo com que tapar essas duas e vamos é fazer-nos à estrada novamente!
- Aff… está bem, está bem. Meninas, eu sei que ainda estão confusas, mas peço-vos que se acalmem até voltarmos para casa, isto irá resolver-se não tarda. Assim que lá estivermos o Ren vai fazer-vos umas roupinhas à medida e poderemos conversar melhor. – Ren ia começar a queixar-se, mas logo desistiu – Ren, olha por elas enquanto vou buscar umas mantas à carrinha!
Dito isto, a cientista afastou-se a correr para ir buscar os ditos artigos. Ren encostou-se a um canto enquanto Lulu e Mimi lhe lançavam olhares estranhos. Num instante a mulher voltou e cobriu ambas com duas largas mantas cor de salmão. Já mais calmo, Ren acompanhou-a para levar as raparigas ao veículo, quando ouviu os beeps do seu dispositivo intensificarem-se a grande velocidade. Sem tempo para reagir, o rapaz sentiu um peso súbito sobre os ombros e quase perdeu o equilíbrio.
- Oláááaa, olá! – a mesma coisa que havia aterrado em cima de si falou, animada. Logo largou Ren e correu para a sua frente, deixando-o um tanto atónito.
- B-BARBIE, acho que encontrámos o nosso terceiro animal! – Ren falou, sem saber ao certo como devia reagir.
Diante dele estava um jovem de cabelos multicoloridos despenteados, com um grande sorriso na cara e coberto com um estranho tecido axadrezado às cores. Havia uma série de manchas causadas por algum tipo de tinta colorida no seu rosto e um pouco por todo o corpo. Pelo seu aspeto, era fácil dizer que já tinha percorrido um longo caminho até ali.
- Terceiro animal? Quem é o terceiro animal? – este falou apressado, sem largar o sorriso que tinha na face – Oh! Prazer, o meu nome é Jack!! – exclamou, agarrando na mão de Ren e agitando-a ligeiramente – Não sei cumprimentar humanos, peço desculpa! Sabes, eu estava a viver a minha vida aborrecida dentro da gaiola quando veio um “BOOOM!!” e eu saltei e as grades partiram-se e foi tudo uma confusão, então eu olhei para o vidro da porta e vi alguém que eu não conhecia até perceber que “Oh meu deus sou eu!”, aí percebi que me faltavam penas e que a minha fala soava perfeita e foi tudo tão estranho que eu quis voltar ao normal e fui buscar cores, muitas cores a todo o lado para voltar a ser eu mas não aconteceu nada então eu fugi e corri muito, muito por todo o lado à procura de alguém com ar suspeito que me pudesse explicar alguma coisa e não vi ninguém até que subitamente te encontrei e apeteceu-me saltar do muro e “PUFF!” cheguei aqui! Gostas de ver televisão?
Ren estava completamente abananado depois de todo aquele discurso confuso e conseguia apenas fitar os dois olhos azuis reluzentes do indivíduo que, à sua frente, continuava a aguardar com ansiedade a sua resposta.
- Ora muito bem, mas o que temos aqui? – a cientista interveio após ter colocado Lulu e Mimi na carrinha e escutado sem grande atenção a história de vida que Jack contara. Olhou-o de alto a baixo e logo se virou para Ren, divertida – Olha só, saiu-te a sorte grande!
- O que queres dizer? – o jovem questionou, ainda um pouco aturdido.
- Como assim, o que quero dizer? É um arco-íris em forma de gente como tu! Até teve a decência de se vestir. Aposto que se vão dar lindamente, agora resta saber que animal é este…
Ren voltou a olhar as informações do radar, logo analisou por instantes os comportamentos de Jack e tentou recordar-se de alguma ave semelhante que tivesse visto na zona. Automaticamente, a sua expressão confusa converteu-se numa de enorme felicidade.
 - É um papagaio. – disse calmamente, por momentos,  para logo gritar de emoção – SIM! Eu sempre quis ter um papagaio!!! – Ren agarrou nas mãos de Jack enquanto este simplesmente continuava a sorrir.
- Oh boa, lá vamos nós... – a mulher revirou os olhos.
- Não te preocupes Jack, estás em segurança comigo! Eu vou tomar bem conta de ti e fazer todos os possíveis para que te sintas novamente na tua pele!
-Ren, podes acabar o teu pedido de casamento quando chegarmos a casa. – a cientista interrompeu, ligeiramente apressada – Ainda devemos ter umas dezenas de animais por apanhar, ou já te esqueceste?
- Não é um pedido de casamento, sua mentecapta!
- Está bem, está bem, ainda melhor, porque o Jack não vai ficar connosco e não. A Mimi precisa de observação e podemos ficar com a Lulu também, mas assim que arranjarmos onde manter o resto dos animais que acharmos, o papagaio vai com eles.
- Oh, nem penses, o Jack fica connosco sim! – Ren grunhiu para ela.
- Nem pensar, preciso que te concentres no teu trabalho. Já te basta um periquito, não precisas de um papagaio-humano também.
- Ah sim? Nesse caso fazes o resto do trabalho sozinha. Se o Jack for, eu vou com ele! – Ren agarrou o braço de Jack desesperado. Este continuava a sorrir, embora visivelmente confuso.
- Quando a polícia te apanhar não te queixes.
- Se me apanharem, apanham-te a ti também. Podes crer que não ficarei calado! – Ren lançou um olhar assassino à cientista, e fez com que novamente um silêncio inquietante se levantasse entre os dois. Após vários segundos, a mulher virou as costas.
- …Está bem, faz como quiseres. Mas quero cooperação da tua parte. Assim que tivermos conseguido reunir todos os animais que encontrarmos, vais tratar de lhes dar a identidade e aparência de que necessitam para viver neste mundo.
Ren esboçou um sorriso de vitória.
- Anda Jack, vais ver que te vais divertir muito! – disse, puxando o outro até à carrinha – Tenho um quarto perfeito para ti, cheio de cores como tu gostas!
A viagem de volta foi curta mas animada. Ren e a cientista voltaram às suas habituais discussões enquanto Jack falava animadamente com Mimi no banco de trás. Lulu estava ainda um tanto incomodada com tudo o que se estava a passar.

Assim que regressaram ao edifício onde os dois companheiros viviam, estes ajudaram os três recém-chegados a sair do veículo e asseguraram-se de que a zona estava calma. A cientista dirigiu-se à porta e abriu-a calmamente, parando perplexa logo depois. Os quatro restantes chegaram logo atrás e, após questionarem o silêncio dela, olharam para dentro do laboratório. No fundo da divisão, iluminada somente pela ligeira claridade que escapava por entre as frestas das janelas fechadas, uma figura feminina com um ar sombrio erguia-se. Parcialmente cobertos pelos seus longos cabelos negros envolvidos em delicados fios transparentes, os olhos vermelhos da criatura olharam com seriedade para o grupo de pessoas que se mantinham de pé diante da porta.



terça-feira, 16 de julho de 2013

O primeiro capítulo está em andamento, pessoal!

Olá gente~
Como dá para ver, eu não tenho postado muito nos meus blogs ultimamente, oh bem. Tenho andado a dormir demais, a pensar demais, a procrastinar intensivamente e a alimentar uma série de crises emocionais que não deveriam ocorrer. Mas enfim, eu estou a tentar trabalhar, e é com grande satisfação que vos posso dizer que estou por fim a escrever o primeiro capítulo propriamente dito. Ainda deve levar uns dias, vou precisar de acabar de o escrever, depois ainda acertar umas coisas, rever tudo muito bem, e aviso desde já que vai ser um capítulo um tanto longo~ Aliás, estava a considerar talvez dividi-lo por partes...
Mas enfim, se realmente gostarem do que eu escrevo, suponho que não seja um grande problema, pfff-
Bem, como prova de que isto está a andar e para procurar alimentar-vos um pouco a curiosidade, deixo-vos um pequeno excerto deste próximo capítulo:

- Diz-me, por favor, que não vamos ter que ir à procura de todos esses “recém-chegados”... – a expressão de Ren era já de visível desespero.
- Duh.
- RAIOS MULHER, mas tu não sabes usar um bocado a cabeça antes de te lançares na construção dessas máquinas de problemas? – Ren gritou, notoriamente desesperado – Algo de muito mau pode estar a acontecer lá fora e a culpa é toda tua!!
- Calma Ren, tudo se resolve! – a cientista tentou parecer o mais convincente que pôde.
- Como é que queres que eu tenha calma, sua Barbie ambulante? Ai meu deus... – Ren teve que parar para se sentar – O que é que eu tinha na cabeça quando aceitei trabalhar contigo?...


Além de nos introduzir os três primeiros animais a surgir na nossa história, este capítulo terá uma boa parte da sua focalização centrada na relação entre a cientista e o seu ajudante Ren. Estou a esforçar-me para fazer deste capítulo o mais divertido possível de forma a dar um bom passo na iniciação da história.

Bem, para já é isto. Em breve irei provavelmente também postar por cá uns rabiscos de algumas personagens que fiz ainda em tempo de aulas e que seria sensato colocar por cá. Precisava de trabalhar em mais algumas ilustrações, mas no que toca a desenhar ainda tenho uns assuntos pendentes~
Enfim, and that's it. Espero que tenham gostado e fiquem à espera do primeiro capítulo~