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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

~Capítulo 2~


Ren e a cientista não faziam ideia de como agir, e muito menos os animais que os acompanhavam. Felizmente, não precisaram de pensar muito, pois segundos após o susto a rapariga sinistra que os olhava deixou-se cair no chão, inconsciente. A cientista deu alguns passos pelo edifício adentro, acendendo a luz do laboratório pelo caminho. Analisou atentamente com o olhar todos os cantos do local antes de observar melhor o aspeto da figura caída no chão.
- Interessante... – disse, após contemplar a cena por mais algum tempo. Ren olhava para ela aterrorizado.
- Interessante?! Eu quase tive um ataque de coração aqui! E por que é que ela também está nua??
- Ela também está nua porque também é um dos animais que procuramos. E se fosse a ti, ia-me habituando. Vais ter que lidar com muitas pessoas nuas durante os próximos dias. Talvez semanas, ou meses. – a cientista esboçou um sorriso malévolo para o seu assistente, cuja expressão era de profundo desespero. Mas essa expressão não demorou muito a desaparecer, assim que este refletiu sobre o que ela havia dito.
- Wow, espera aí. Como assim, ela é um dos animais que procuramos? Como é que ela entrou aqui? E por que é que o meu detetor não está a emitir nenhum sinal? – dito isto, Ren tirou o aparelho em questão do bolso e olhou-o, confuso.
- Para começar, ela esteve sempre aqui – disse a mulher, apontando para uma teia de aranha completamente destroçada numa das arestas da divisão – Foi nela que resolvemos testar a máquina. Quanto a não emitir sinal, não faço a mínima ideia. É o que dá ter um pónei encarregue da programação.
- Ahah, muito engraçadinha. Mas se a tua máquina atingiu a aranha, como é que não vimos a transformação na altura? Perdemos umas boas horas a arranjar uma solução para a tua asneira e não me lembro de ver nenhuma rapariga nua no canto da sala durante todo o processo. – enquanto falava isto, Ren fechara a porta e foi encaminhando os três animais confusos que os acompanhavam até aos sofás no outro extremo da sala. A cientista dirigiu o olhar até aos mesmos antes de responder.
- Não tenho a certeza, mas suponho que o efeito dos raios pode variar consoante a constituição do animal em questão, o ângulo de incidência ou algum fator semelhante. Por um lado, isto pode ser alguma ajuda já que nos há de poupar tempo na descoberta de alguns animais. Mas com esse teu radar a não funcionar na totalidade, não sei até que ponto poderemos beneficiar disto... De qualquer forma, – falou, enquanto erguia a rapariga desmaiada do chão e a encaminhava para a zona onde Ren se encontrava – esta aqui é capaz de não acordar tão cedo. Provavelmente tinha decidido ir dormir quando a transformação fez efeito. – após posicionar devidamente o corpo num espaço livre num dos sofás, procurou por uma manta com a qual cobrir a rapariga, enquanto Ren simplesmente desviava o olhar – E então, como lhe vamos chamar?
O rapaz focou novamente o olhar na figura adormecida enquanto franzia uma sobrancelha, pensativo.
- Não sei, qualquer coisa sinistra. Essa criatura quase me matou de susto.
- E qual é, exatamente, a tua definição de “sinistro”, cupcake sem açúcar?
- Se soubesse o teu nome, era exatamente isso que lhe chamaria. – Ren fitou a cientista com um ar insatisfeito, mas imediatamente retornou a uma expressão de indiferença – Sei lá, que tal Beatrice?
- Beatrice?? Só um unicórnio como tu ia achar isso sinistro.
- É um nome arrepiante! Tu és um ser do mal, não sabes de nada.
- Eu gosto de Beatrice! – Jack exclamou, distraindo-se momentaneamente das suas tentativas de brincar com o cabelo de Lulu – Rima com tolice. E Alice! Também gosto de Alice. Tenho fome! Alguém tem algo de comer? Mas coisas boas, aquelas bolinhas verdes não, essas sabem a blhé. Eu gosto é daquelas sementes com risquinhas, comi-as ontem e sabiam bem... – o papagaio não parecia ter a intenção de se calar tão cedo, e a cientista levou uma das mãos à cara.
- Que seja Beatrice. Ren, vê se dás algo de comer ao teu namorado e verifica se há mais algum sinal nas proximidades. Ainda temos bastante tempo, se não estiverem longe conseguimos apanhá-los antes de anoitecer.
- Ele não é meu namorado, sua... manequim de cabeça oca. – Ren parecia estar sem ideias para insultos originais naquele momento. Lançando um breve suspiro, dirigiu-se à cozinha e, pouco tempo depois, regressou com alguns biscoitos e cereais. Pousou o tabuleiro com a comida sobre a pequena mesa em frente ao sofá onde os ex-animais de estimação se encontravam e empurrou-a ligeiramente para que ficasse mais próxima dos mesmos – Estamos com alguma falta de comida visto que aqui a Barbie passou os últimos dias a trabalhar naquele desastre e ainda não se lembrou de arranjar dinheiro para a comprar, mas isto deve chegar por agora. Sirvam-se.
Dito isto, Jack começou a atacar a comida em força enquanto Mimi agarrava em mãos cheias de cereais e as levava à boca, um pouco confusa. Lulu resistiu por breves instantes mas acabou por ceder e pegar num biscoito. Parecia surpreendentemente bem instruída no que dizia respeito a comer como um ser humano.
- Teremos que lhes ensinar boas maneiras mais tarde. – observou a cientista, dirigindo-se de seguida a Ren, que procurava pela localização dos próximos animais no radar – Então, o que se segue?
- Há dois sinais numa zona fora da vizinhança. Se não estou em erro, é uma quinta.
- Boa, já nos estava a faltar uma missão de infiltração. – a mulher suspirou, passando uma mão atrás do pescoço – Muito bem, vai preparando as mantas e o que mais possamos precisar enquanto eu telefono à Rune. Vamos precisar de alguém que olhe por estes quatro enquanto não estamos.
- Já agora vê se não te esqueces de lhe pedir o dinheiro para a comida. – lembrou o rapaz enquanto abandonava a divisão em direção às escadas que conduziam ao primeiro andar.
- Se estás tão aflito podes sempre pedir-lhe tu quando ela chegar – disse-lhe a cientista enquanto segurava o telemóvel e selecionava o número de Rune de entre os poucos contactos. Não levou muito até que a sua chamada fosse atendida – Olá Rune, como vais?... É, tenho um favorzinho para te pedir... Não, o microondas está bom... Na verdade, queria saber se podias ficar a cuidar de uns “convidados” enquanto eu e o Ren saímos... Claro que não! Eu explico depois... Mas então, posso contar contigo?... Sim, como queiras. Até já!
A cientista desligou mesmo antes de Ren chegar com o material requisitado.
- E então, como correu isso?
- Ela começou a queixar-se de que não tinha tempo para nos ajudar com estas coisas... o costume. Deve chegar aqui em menos de 10 minutos. – ouvindo isto, Ren sorriu ligeiramente e revirou os olhos.
- Ela leva certas coisas demasiado a sério...
- A culpa é tua. Vá, vai levando isso para a carrinha!
Ren resmungou um pouco antes de fazer como ordenado e regressar de seguida. Ficou algum tempo a ouvir as conversas de Jack e Mimi até que por fim a campainha tocou. A cientista foi abrir a porta de imediato, revelando uma mulher alta e bem arranjada, com cabelos de um tom carmim e um enorme sorriso.
- OLÁÁÁÁÁ, MEUS LINDOS!! – exclamou esta, envolvendo a cientista num abraço apertado – Então, qual é a emergência?
- A emergência... – Ren começou, parando por um momento enquanto Rune largava a cientista para o abraçar a ele, um pouco mais levemente – ...é que não temos nada que comer. Já o desastre terrível e desesperante suscetível de nos colocar em sérios problemas causado por esta cabeça de vento purpurinado, que é o motivo pelo qual aqui estás, é capaz de ser mais difícil de explicar.
Rune deu uma breve risada enquanto olhava sobre a cabeça de Ren para a situação ocorrente no espaço dos sofás.
- Com que então são esses os “convidados” de quem tenho que cuidar... Então Barbie, o que fizeste desta vez que requer o envolvimento da minha pessoa na situação?
A cientista começou então a explicar o ocorrido da forma mais resumida possível, seguindo-se uma rápida apresentação das vítimas dos raios transformadores e alguns conselhos acerca de como interagir com Beatrice no caso de esta acordar.
- Tudo bem meus amores, eu dou conta do recado. Ena, os cabelos desta gente precisam mesmo da intervenção do Ren. – comentou Rune, observando a dimensão dos emaranhados na cabeleira de Lulu.
- Podes tentar resolver isso se quiseres, sabes onde as minhas coisas estão. – Respondeu o rapaz enquanto se dirigia até à porta – Agora precisamos mesmo de tratar deste assunto.
- Até logo Rune, cuida bem deles! – despediu-se a cientista enquanto Ren se limitou a acenar com um sorriso.
- Não se preocupem lindos, eu trato do assunto! Boa caçada!
E com isto, o par abandonou o edifício e dirigiu-se até à carrinha apressadamente. Fizeram-se à estrada e, várias discussões depois, estacionaram por fim o veículo perto da área de onde os sinais emitidos provinham.
- E eu tinha razão, é mesmo uma quinta. – Ren suspirou – Bem, talvez tenhamos sorte.
- Vamos esperar que assim seja. – a cientista observou o céu através da janela – Algo me diz que vai chover em breve. Temos que nos despachar.
Ambos abandonaram o meio de transporte. Ren agarrou num saco com as mantas que tinham trazido e caminharam os dois até perto da cerca. Após rondarem o local da forma mais discreta possível, conseguiram infiltrar-se pelas traseiras, vendo-se rodeados por um grupo de vacas que pastavam pela zona.
- O animal que procuramos está por perto... – observou Ren, analisando os dados emitidos pelo dispositivo de localização – Tudo indica que é um mamífero, e pelos ares deste sítio, é bem capaz de ser uma vaca.
- E acho que acabamos de a encontrar. – disse a cientista, apontando para uma figura voluptuosa caída entre as ervas. Assim que a viu, o primeiro impulso de Ren foi atirar-lhe com uma das mantas para cima, e só depois parar para a observar.
- Ela está...
- A dormir. – a cientista concluiu, vendo como a rapariga se moveu ligeiramente perante o som de vozes humanas – Não nos daria muito jeito transportá-la até à carrinha e voltar, pelo que será melhor acordá-la.
Dito isto, a mulher abaixou-se e rodou ligeiramente o corpo de forma a poder ver o rosto da moça, produzindo um estranho tilintar, e apercebeu-se de que esta levava algo pendurado ao pescoço. Puxou a longa fita vermelha para fora da manta revelando um bonito sino dourado.
- Estranho... As outras vacas não têm nada parecido. – comentou Ren, olhando em redor para se certificar do que havia dito.
- Esta deve ser especial, vá-se lá saber... – a cientista olhou o sino de forma questionadora e encolheu os ombros, mas de imediato se apercebeu de que havia mais qualquer coisa – Espera, tem um nome escrito. “Alice”... – ao ler isto, sentiu a rapariga estremecer nos seus braços. Esta abriu os olhos com alguma dificuldade, e logo se lançou para trás aterrorizada ao aperceber-se dos dois estranhos que a observavam.
- Não me magoem! – suplicou debilmente, parando perplexa perante o som da sua própria voz – Eu... – afastou a manta que a cobria para olhar o seu próprio corpo em choque, mas logo a puxou novamente para si, agarrando-a com força entre as mãos trémulas e olhando os outros dois fixamente – O que se passa?!
Ren e a cientista trocaram olhares confusos sem saber bem como responder. A nova humana parecia estar em pânico, com os olhos castanhos agora mergulhados em lágrimas que escorriam descontroladamente pela sua face arredondada. Os seus cabelos brancos manchados tinham começado a colar-se ao rosto, que se recusava a desviar por um momento que fosse.
- Nós... Não te preocupes, nós não te vamos fazer mal, Alice... é esse o teu nome? – a cientista questionou, obtendo um fraco aceno de cabeça por parte da rapariga, que continuava em estado de choque – Bom, eu sou a responsável por te teres transformado num ser humano, e este é o meu assistente Ren. Viemos aqui para te resgatar e ajudar até conseguirmos devolver-te a tua forma original, podes confiar em nós. Agora precisamos que venhas connosco, não podemos ficar aqui por muito tempo.
Alice estava ainda bastante atordoada e não conseguia parar de chorar, mas eventualmente lá começou a tentar erguer-se do chão. A cientista deu-lhe uma ajuda a levantar-se e Ren certificou-se de que ela estava devidamente coberta. Como o sino de Alice fazia demasiado barulho, o rapaz resolveu retirá-lo e segurá-lo pelo batente para o impedir de tocar durante o resto do caminho.
- Esperem lá! – Ren parou de andar, colocando a manta que lhe restava debaixo do braço onde levava o sino de Alice e usando a mão livre para retirar do bolso o seu dispositivo de deteção, que tinha começado a emitir sinais com mais intensidade – O outro animal está algures por ali. – indicou, apontando na direção de umas ervas altas junto da cerca que rodeava o local.
- Ótimo, mesmo a caminho da saída. – a cientista comentou satisfeita, e eis que de súbito começou a chover – Oh bem, não nos faltava mais nada! Vamos mas é despachar-nos.
Começaram a caminhar a passo apressado em direção ao portão, mas logo pararam, exaltados, ao ver alguém erguer-se do chão entre a vegetação. A pessoa em questão ergueu os braços e sorriu em deleite ao sentir a chuva cair sobre o seu corpo, levando de seguida as mãos à cara para afastar da mesma os longos cabelos esverdeados de aspeto oleoso e reluzente.
- Será possível que quase todos os animais que a tua máquina atingiu sejam fêm-... oh. – Ren calou-se assim que teve um melhor vislumbre do corpo do animal, prosseguindo para se esconder atrás da cientista e lançar-lhe a manta para os braços – Seja o que for, tapa-o... a... o que seja.
- Não temos tempo para esquisitices boneca, estamos a ficar encharcados – a mulher retorquiu, aproximando-se rápida mas cautelosamente da criatura até esta dar conta da sua presença.
- Vocês são pequenos. – esta falou, por fim, fitando-os de forma confusa com os seus olhos violeta – O que se passou?
- Ouve, não temos muito tempo – respondeu a cientista, envolvendo-o com a manta que Ren lhe tinha atirado – Apenas vem connosco e já te explicamos tudo.
O ex-animal parecia confuso, mas concordou. Foi então que ouviram passos ao longe e uma voz grave começou a gritar-lhes coisas incompreensíveis. Os dois companheiros puxaram os animais consigo e correram o mais depressa possível até à carrinha, conduzindo-a até um local suficientemente longe da quinta e estacionando a um canto.
- Portanto, – a mulher recomeçou, enquanto desamarrava o cabelo e o enxugava com uma toalha (que Ren havia feito questão de trazer em caso de necessidade) – este aqui é o Ren, o meu ajudante quase incompetente que se assemelha estranhamente a um pónei de brincar...
- Sempre é mais original do que parecer uma boneca loira anorética. – o dito cujo interveio, com uma expressão indignada.
- Aham, como queiras. E eu sou uma pessoa simpática cujo nome não interessa saber. Podes chamar-me como entenderes. Essa aí ao teu lado é a Alice. – apontou para a mencionada, que continuava bastante assustada embora parecesse se ter acalmado um pouco – O que sucedeu foi que uma invenção minha te deixou no estado em que estás, e vais ter que permanecer assim por uns tempos até descobrirmos como te devolver ao teu estado normal.
- Agora que falas nisso, sabes que animal é este? – Ren interrogou, curioso.
- Bem, visto que é uma hermafrodita, parece gostar de chuva, e julgando pelo aspeto geral... eu diria que é um caracol. Mas ainda precisamos de lhe dar um nome. Isto é, assumindo que ele... ou ela... não tem um nome.
O caracol encolheu os ombros, um pouco confuso. Não só não tinha um nome como não estava a compreender grande parte do assunto da conversa.
- Podíamos chamar-te Sam! O que te parece? – a mulher perguntou-lhe, obtendo um aceno de cabeça e um pequeno sorriso por parte do mesmo. Sam ainda estava a tentar assimilar todas as informações que de alguma forma tinham começado a surgir na sua mente, mas gostava daquele nome. “Sam” era um bom nome.
- Mas como é que te devíamos tratar? – Ren questionou – Sabes, masculino ou feminino... se é que tu entendes sequer o conceito.
Sam voltou a encolher os ombros.
- Eu nunca tive que pensar nisso antes... Acho que qualquer coisa serve.
- Bem, isso facilita-nos o trabalho – comentou a cientista, voltando-se de seguida para Ren – Mas isto pode vir a ser complicado, sabes...
- Já lidei com casos piores. Desde que o mantenhamos protegido de gente desagradável, deve ficar tudo bem. E ainda temos muitos animais para resgatar, talvez encontremos mais alguém como ele. Outro caracol, talvez. Acho que neste momento temos um problema maior... – dito isto, o ajudante virou-se novamente para o lado de trás para se focar na outra passageira e tentou esboçar um sorriso – Está tudo bem, Alice? Não precisas de ter medo de nós, somos bonitos!
- Correção: eu sou bonita. O Ren é um pónei sem pelo. – a cientista interveio na tentativa de Ren de animar Alice, mas esta não parecia muito melhor – Bem, podemos falar melhor em casa, é melhor voltarmos agora.

E assim regressaram mais uma vez ao edifício onde tudo começara, para fazer uma pequena pausa antes da longa busca que sabiam ainda ter pela frente.


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Capítulo 2 a caminho!

Exatamente pessoal, após mais de um ano estou FINALMENTE a conseguir avançar com este capítulo. Tinha bloqueado no início e não estava a conseguir continuar o que comecei (além de que sou preguiçosa e não me esforço o suficiente), mas por fim desempanquei e para já isto está a avançar bem. Com sorte, talvez acabe ainda esta semana. Claro que vai precisar de ser revisto e corrigido várias vezes mas isso não é o que demora mais.
Enfim, tinha que vos deixar aqui um pequeno excerto como pessoa simpática que sou *cof*
Aqui vai o início do capítulo:


Ren e a cientista não faziam ideia de como agir, e muito menos os animais que os acompanhavam. Felizmente, não precisaram de pensar muito, pois segundos após o susto a rapariga sinistra que os olhava deixou-se cair no chão, inconsciente. A cientista deu alguns passos pelo edifício adentro, acendendo a luz do laboratório pelo caminho. Analisou atentamente com o olhar todos os cantos do local antes de observar melhor o aspeto da figura caída no chão.
- Interessante... – disse, após contemplar a cena por mais algum tempo. Ren olhava para ela aterrorizado.
- Interessante?! Eu quase tive um ataque de coração aqui! E por que é que ela também está nua??

 Eh eh, fiquem atentos, está quase aí! Adió~